segunda-feira, 9 de maio de 2011

QUEREMOS UM NOME!

Eu estou pensando seriamente que os 'crentes' a começar pelos líderes espirituais de muitos grupo ditos 'evangélicos' tem sérios problemas de transtorno mental. Na verdade isso está me parece um grande grupo de terapia, mas com tratamentos e efeitos contrários. A grande sacada é descobrir quem é o mais 'maluco' do grupo. Então as loucuras e as invenções começam a aparecer e cada um quer ser o 'melhor'; o mais 'louco por Jesus". Analisando esta relação de nomes de igrejas na "Oficina de idéias" da REDE SEPAL, não me vem outra coisa senão a minha descrição acima. E se você tem alguma dúvida leia e se delicie com tanta imaginação.

-IGREJA DA ÁGUA ABENÇOADA


-IGREJA ADVENTISTA DA SÉTIMA REFORMA DIVINA

-IGREJA DA BÊNÇÃO MUNDIAL FOGO DE PODER

-CONGREGAÇÃO ANTI-BLASFÊMIAS

-IGREJA CHAVE DO ÉDEN

-IGREJA EVANGÉLICA ABOMINAÇÃO À VIDA TORTA

-IGREJA BATISTA INCÊNDIO DE BÊNÇÃOS

-IGREJA BATISTA Ô GLÓRIA!

-CONGREGAÇÃO PASSO PARA O FUTURO

-IGREJA EXPLOSÃO DA FÉ

-IGREJA PEDRA VIVA

-COMUNIDADE DO CORAÇÃO RECICLADO

-IGREJA EVANGÉLICA MISSÃO CELESTIAL PENTECOSTAL

-CRUZADA DE EMOÇÕES

-IGREJA C.R.B. (Cortina Repleta de Bênçãos)

-CONGREGAÇÃO PLENA PAZ AMANDO A TODOS

-IGREJA A FÉ DE GIDEÃO

-IGREJA ACEITA A JESUS

-IGREJA PENTECOSTAL JESUS NASCEU EM BELÉM

-IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL LABAREDA DE FOGO

-CONGREGAÇÃO J.A.T. (Jesus Ama a Todos)

-IGREJA BARCO DA SALVAÇÃO

-IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL A ÚLTIMA EMBARCAÇÃO PARA CRISTO

-IGREJA PENTECOSTAL UMA PORTA PARA A SALVAÇÃO

-COMUNIDADE ARQUEIROS DE CRISTO

-IGREJA AUTOMOTIVA DO FOGO SAGRADO (Sera que é concorrente da BMW?)

-IGREJA BATISTA A PAZ DO SENHOR E ANTI-GLOBO

-ASSEMBLÉIA DE DEUS DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO

-IGREJA PALMA DA MÃO DE CRISTO

-IGREJA MENINA DOS OLHOS DE DEUS

-IGREJA PENTECOSTAL VALE DE BÊNÇÃOS

-ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA FIEL ATÉ DEBAIXO D'ÁGUA

-IGREJA BATISTA PONTE PARA O CÉU

-IGREJA PENTECOSTAL DO FOGO AZUL

-COMUNIDADE EVANGÉLICA SHALOM ADONAI, CRISTO!

-IGREJA DA CRUZ ERGUIDA PARA O BEM DAS ALMAS

-CRUZADA EVANGÉLICA DO PASTOR WALDEVINO COELHO, A SUMIDADE

-IGREJA FILHO DO VARÃO

-IGREJA DA ORAÇÃO EFICIENTE

-IGREJA DA POMBA BRANCA

-IGREJA SOCORRISTA EVANGÉLICA

-IGREJA "A" DE AMOR

-CRUZADA DO PODER PLENO E MISTERIOSO

-IGREJA DO AMOR MAIOR QUE OUTRA FORÇA

-IGREJA DEKANTHALABASSI (hâããã???)

-IGREJA DOS BONS ARTIFÍCIOS

-IGREJA CRISTO É SHOW

-IGREJA DOS HABITANTES DE DABIR

-IGREJA "EU SOU A PORTA"

-CRUZADA EVANGÉLICA DO MINISTÉRIO DE JEOVÁ, DEUS DO FOGO

-IGREJA DA BÊNÇÃO MUNDIAL

-IGREJA DAS SETE TROMBETAS DO APOCALIPSE

-IGREJA PENTECOSTAL DO PASTOR SASSÁ

-IGREJA SINAIS E PRODÍGIOS

-IGREJA DE DEUS DA PROFECIA NO BRASIL E AMÉRICA DO SUL

-IGREJA DO MANTO BRANCO

-IGREJA CAVERNA DE ADULÃO

-IGREJA ESTE BRASIL É ADVENTISTA

-IGREJA E.T.Q.B. (Eu Também Quero a Bênção)

-IGREJA EVANGÉLICA FLORZINHA DE JESUS

-IGREJA CENÁCULO DE ORAÇÃO JESUS ESTÁ VOLTANDO

-MINISTÉRIO EIS-ME AQUI

-IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL CEIO EU NA BÍBLIA

-IGREJA EVANGÉLICA A ÚLTIMA TROMBETA SOARÁ

-IGREJA DE DEUS ASSEMBLÉIA DOS ANCIÃOS

-IGREJA EVANGÉLICA FACHO DE LUZ

-IGREJA BATISTA RENOVADA LUGAR FORTE

-IGREJA ATUAL DOS ÚLTIMOS DIAS

-IGREJA JESUS ESTÁ VOLTANDO, PREPARA-TE

-MINISTÉRIO APASCENTA AS MINHAS OVELHAS

-BOLA DE NEVE CHURCH

-IGREJA EVANGÉLICA ADÃO É O HOMEM

-IGREJA EVANGÉLICA BATISTA BARRANCO SAGRADO

-MINISTÉRIO MARAVILHAS DE DEUS

-IGREJA EVANGÉLICA FONTE DE MILAGRES

-COMUNIDADE PORTA DAS OVELHAS

-IGREJA PENTECOSTAL JESUS VEM, VOCÊ FICA

-IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL CUSPE DE CRISTO Oooooh

-IGREJA EVANGÉLICA SUBIMOS COM JESUS

-IGREJA EVANGÉLICA DO MONTE DE ORAÇÃO

-IGREJA EVANGÉLICA LUZ NO ESCURO

-IGREJA EVANGÉLICA O SENHOR VEM NO FIM

-IGREJA PENTECOSTAL PLANETA CRISTO

-IGREJA EVANGÉLICA DOS HINOS MARAVILHOSOS

-IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL DA BÊNÇÃO ININTERRUPTA

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PORQUE SAÍ DO MOVIMENTO EVANGÉLICO

Há muito que postei um artigo neste blog intitulado: “vou deixar de ser evangélico...” e mencionava as razões para uma possível desistência. Hoje já não me considero um “evangélico” do ponto de vista do “movimento evangélico” e abaixo exponho simplificadamente minha maneira de pensar neste momento e que me coloca na contramão do que chamamos hoje de “igreja evangélica”.


1. Por causa da fragilidade teológica e doutrinária;

2. Porque o conteúdo da fala dos “evangélicos” é baseado em chavões e experiências místicas sem ao menos o conteúdo básico hermenêutico necessário;

3. Porque a Igreja nascida deste movimento está mais entusiasmada com o seu próprio crescimento que a verdade bíblica “é Cristo que dá o crescimento”;

4. Porque o parâmetro de bênção nesta igreja deixou de ser “segundo a tua vontade”, para ser “segundo o que eu plantei” ou o “que eu determinei”;

5. Porque a exigência do “andar na bênção” funciona apenas com uns poucos “fiéis” e por um “pouco” de tempo até vir à decepção;

6. Porque este movimento anuncia mais o seu “P.A.C.” (PROGRAMA DE ACELERAMENTO E CRESCIMENTO DE IGREJA), do que o conteúdo do Evangelho;

7. Porque a identificação deste movimento é com os “valentes”, “soldados”, “guerreiros” e “vencedores”; os sofredores, “a cana retorcida” o “pavio queimado” que se dane...

Eu saí. E se você estiver sufocado, não podendo respirar o ar puro das “boas novas”, te convido: saia do barco e venha ter com Jesus sobre as águas, onde segurança não há, senão, a poderosa mão do Salvador.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O TÚMULO ESTÁ VAZIO

Não existe e nunca haverá uma história que interesse tanto a humanidade quanto os relatos de um Homem que era membro de uma comunidade judaica e que sua existência terrena não passou de 33 anos dos quais só os três últimos anos se tornaram públicos.
Este homem foi a maior revelação de Deus para a humanidade e o seu nome é Jesus, que deriva da forma grega do vocábulo Jeshua ou José, que significa "Jeová é Salvador".
O ensinamento de Jesus sobre o perdão proporcionou a ira dos legalistas, a posição de perdoar pecados e ressuscitar os mortos incitou os religiosos.

A sua vida se baseava em dois mandamentos dos quais foram passados para nós: Amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a ti mesmo.
Até hoje os céticos e adeptos as seitas oponentes do cristianismo não aceitam a pessoa de Jesus como ela deve ser reconhecida, a sua passagem pela terra se tornou assunto de vários debates e matérias explosivas da mídia escrita e televisiva em diversos momentos da história mundial, o livro Código da Vinci vendeu milhões de dólares tentando manchar a reputação do cristianismo, debates tentando dividir o Jesus da fé e o Jesus da história foram visto pelos milhões de telespectadores do mundo, mas o que incomoda os seguidores das diversas seitas é a sua morte, porque ela é o pré-requisito necessário para a sua ressurreição, fato que comprova a divindade de Cristo.

Jesus é o único líder que não possui um túmulo, pois ele não se preocupou com este detalhe porque iria passar só um final de semana ali, Não existe a frase "Aqui jazz" aonde ele foi colocado, mas está escrito "Ele não está mais aqui, Ele Ressuscitou".

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O MISTÉRIO DO MISTERIOSO ‘SHOFAR’ EVANGÉLICO

Shofar (do hebraico שופר shofar ) é considerado um dos instrumentos de sopro mais antigos. Para os judeus, o shofar não é apenas um instrumento "musical". É um instrumento tradicionalmente sagrado.Na tradição judaica, lembra o carneiro sacrificado a Abraão no lugar Isaque.

Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando "a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu". Assim, o shofar no ano novo judaico tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seu serviços religiosos.

O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos.

O shofar é feito de um chifre de animal casher (considerado limpo). Qualquer chifre podia ser usado para o shofar, exceto vaca ou touro, pois estes chifres são chamados em hebraico de "keren" e não shofar, e também porque seu chifre poderia remeter ao Bezerro de Ouro que os filhos de Israel fizeram no deserto, ao deixarem o Egito.

Geralmente, e de preferência, o shofar é feito de um chifre de carneiro, em memória do carneiro que foi oferecido em lugar de Isaque, que permitiu-se ser atado e colocado sobre o altar como um sacrifício a Deus.

O toque do shofar é um mandamento da Torá. É um preceito como todos os outros da fé judaica.

Os evangélicos tem trazido o uso do shofar para dentro da igreja. Além de não ter nenhuma base bíblica para o uso do shofar na igreja, não há nem sombras, nem alusão deste instrumento sendo usado ou mesmo mencionado no Novo Testamento. Isso prova que esta tradição não foi aderida pela igreja nem como liturgia, nem como “sinal profético” como quer os mentores da idéia do shofar entre os evangélicos.

Pior é a idolatria resultado desta prática. Dentre elas temos:

• Não pode por o shofar no chão;

• O Shofar só pode ser tocando por uma pessoa;

• Somente um ministro de louvor ou o Chamado (Levita) pode tocar o shofar;

• Que o som do Shofar faz cair na unção;

• Deus vai nos usar para tocar o shofar e clamar o arrependimento ao povo e profetizar seu Reino aqui na Terra;

• O shofar tem um significado profético para clamar Arrependimento, Ajuntamento e o Reino do Senhor.

Diante de afirmações infundadas biblicamente só podemos lamentar o estado da igreja “evangélica” brasileira.

Dentro do princípio evangélico não há espaço para a prática do shofar pelas seguintes razões:

1. É uma tradição judaica e a igreja nada tem a ver com tais tradições. Israel é uma coisa é Igreja outra coisa;

2. A igreja do NT não fez uso dele nem recomendou como regra ou preceito;

3. Se quisermos ver no shofar um sinal, o fato dele ser feito de um chifre de carneiro e na tradição judaica lembrar o cordeiro oferecido no lugar de Isaque, outra coisa ele não pode representar se não Cristo, o Cordeiro de Deus “que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29), logo o shofar da Igreja é o próprio Cristo;

4. O toque do shofar não tem simbolismo profético pelo seguinte:

a) Não existe uma classe de sacerdotes autorizados a tocar o shofar na igreja do NT, uma vez que somos “povo sacerdotal”;

b) Não existe levita no NT, “levitas” é exclusividade do culto judaico. Dizer que ministro de louvor hoje são os levitas do AT é forçar o texto bíblico e a própria história;

c) O toque do shofar é usado contra o “inimigo”. Paulo afirma que foi o sacrifício de Cristo que expôs “publicamente nossos inimigos”, não o som de um instrumento;

d) O toque do shofar traz unção. A unção só é proveniente do Espírito Santo. Fora disso é magia e feitiçaria;

e) O toque do shofar clama ao povo para o arrepedimento. Jesus declara: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15);

f) A Grande Comissão não diz para tocar o shofar, mas para pregar o evangelho do arrependimento a toda criatura;

g) Não existe significado mais “profético” do que o anúncio do evangelho de Cristo!

Quando analisamos os fundamentos do uso do shofar na igreja nada mais resta senão um chifre de carneiro com um som esquisito sem soprado por um sujeito mais esquisito ainda.

Se quiserem tocar o shofar como um sinal de tolerância ou apreciação cultural de outros povos; beleza nada a haver. Ou mesmo se querem introduzir na liturgia instrumentos outros, também não temos que questionar nada, até porque no mundo globalizada nada mais é de ninguém, tudo é muito comum, porém não venha com engodo para fazer mais tapado o pobre ‘crente’ que já nem sabe que religião ele pratica.



sexta-feira, 8 de abril de 2011

O ENCONTRO COM DEUS ANTES DO “ENCONTRO COM DEUS” E OUTRAS TÉCNICAS

Cheguei para o Evangelho ainda adolescente. A idéia de conversão, comunhão e experiência com Deus era bem diferente do conceito atual. Naquele tempo “encontro com Deus” não era ainda usado como programa da igreja. O conceito era do pecador que finalmente é encontrado por Cristo, é lavado, perdoado e levado de volta aos braços do Pai. Era a ovelha perdida que voltava ao aprisco. Era como Zaqueu encontrado por Cristo, antes do mesmo poder “lá de cima da figueira” mirar o Salvador.

A conversão era algo que só acontecia pelo poder convencedor do Espírito. O Evangelho era lido, pregado, e o pecador tocado pela graça irresistível prostava aos pés de Cristo, confessando-o como Senhor e Salvador.

Batismo e unção do Espírito Santo não eram um repetir de palavras quase mágicas embaladas pela música alta e descompensativa, a ponto do fiel não pensar mais até se entregar “a ministração”.

A unção não era soprada pelo microfone, nem trazida pelo eco do shofar.

A voz de Deus não era ouvida ao meio do barulho ensurdecedor, nem lançada ao vento pelas rajadas de palavras de efeito.

Tudo isso que se propaga hoje como efeito de um encontro com Deus ou um programa básico da igreja para levar o indivíduo à comunhão com Deus, eu experimentei e na época não tinha tais técnicas, era tudo simples, muito simples.

Longo no inicio da minha vida cristã, fui despertado para o estudo da bíblia. Aprendi a orar jejuar, passar vigílias de oração, ir ao monte sozinho, descobrir o prazer do serviço, etc.

Ninguém me ensinou um técnica para chegar a Deus. Essa história de que a gente não tira tempo em nossa casa para passar em devoção com Deus, não aconteceu comigo.

A graça do Senhor me alcançou tanto no início quando na continuidade da vida cristã. Recebi de Deus muitas experiências e na maioria delas, estava eu e Deus somente. Sempre abominei a idéia de que se ia ao culto para receber ou pra encontrar com Deus, sempre imaginei que ali era lugar de serviço aos outros. No ajuntamento Deus usava uns e outros para exortar, consolar e edificar. As ministrações se prestavam a este objetivo, nunca para empurrar ninguém aos braços de Deus, ou levar o homem a uma overdose com a divindade.

Ninguém consegue manter um padrão contínuo de experiência mística. A vida é real, terrena, passageira, aflita, e despedaçadora. O ser humano sempre vai viver entre o “estar com Deus” e o “estar na terra”. E é nesta terrenidade que devemos sempre manter o contato com Deus. Uma técnica para embebedar os irmãos apenas por um final de semana não é bem-vinda, pois a igreja não vive de momentos, mas de séculos e milênios. A história tem muito a nos ensinar. Experiência momentânea não satisfaz a ânsia constante do sagrado no coração humano.

Por tanto, qualquer que seja o esforço, a técnica, o programa, por mais bem intencionado que seja, sempre vai faltar o que não podemos dar ao pecador – o encontro pessoal com Deus. O entendimento do Evangelho é “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Esse encontro é produzido inteira e unicamente por Cristo. E só por Cristo. O resto, meus irmãos é apenas técnica e nada mais.

sábado, 19 de março de 2011

O MUNDO “JAZ NO MALIGNO”, MAS NÃO ESTÁ DOMINADO PELO MALIGNO

O mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam” (1 Jo 5.19; Sl 24.1). A vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26). O cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo (Cl 1.13; Jo 8.32,36). O diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente (1 Co 15.57; Mt 18.20). 

sexta-feira, 11 de março de 2011

LITURGIA DO ENTRETENIMENTO – CORTEJO SUNTUOSO E MUITO DRAMA PRA MEXER COM O CORAÇÃO DE DEUS

O Catecismo de Westminster nos ensina: "O fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre”. Nós adoramos a Deus porque Deus nos criou para adorá-lo. Adoração está no centro da nossa existência; no coração da nossa razão de ser. Deus nos criou para ser sua imagem - uma imagem que refletiria sua glória. De fato, toda a criação foi trazida à existência para refletir a glória divina. O salmista nos diz que "os céus proclamam a glória de Deus; e o firmamento anuncia as obras das suas mãos" (Salmos 19:1).

Como observador do culto evangélico, digo observador, porque ultimamente tenho tentado entender o que está acontecendo com os nossos manos e tenho visto e ouvido muitas definições e justificativas para a adoração por algumas outras razões que não seja a exposta acima.

É-nos dito que deveríamos adorar porque isso nos traz felicidade. Algumas vezes a adoração nos faz feliz, mas nem sempre. É-nos dito que deveríamos adorar porque isso nos dá um senso de auto-realização. Realmente, a adoração cumpre o propósito da nossa existência, mas nós não adoramos porque ela nos traz auto-realização. É-nos dito, freqüentemente, que deveríamos adorar a fim de construirmos uma família sólida: “a família que ora junta está junta". Os sumos-sacerdotes da religião da fertilidade Cananita muito disseram sobre a mesma coisa. Todos os tipos de políticos têm insistido na participação em vários ritos religiosos para desenvolver uma unidade nacional ou identidade ética. A Rainha Elizabeth I não foi a primeira ou a última que tentou consolidar seu reino por insistir que o culto é em algum sentido Inglês. Alguém sempre pode achar médicos e gurus, que defendem ritos religiosos por amor à boa saúde, sucesso financeiro ou paz mental. Verdadeira adoração, contudo, é distinta de tudo isso, na medida em que serve, acima de todas as coisas, ao louvor da glória de Deus.

A adoração ‘evangélica’ confunde adoração com arte, ou até pior, confundimos adoração com entretenimento, temos entendido adoração como se fosse algum tipo de arte criativa, como se o objeto da adoração fosse entreter Deus com uma liturgia elaborada de cortejo suntuoso e dramas. Algo pra deixar a divindade de queixo caído.